Mostrar mensagens com a etiqueta Paisagem Natural. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paisagem Natural. Mostrar todas as mensagens

6 de janeiro de 2010

.




o "rio" da minha aldeia
já só é exuberante com as chuvas do inverno
de resto é uma ténue linha de vida presa por um fio.

Reza a História que alimentou muitos campos para muitas bocas da cidade grande. Que foi aldeia de cantares das mulheres da roupa branca.
Que deu de beber aos animais e aos homens que aqui passavam, outros que daqui saiam, para irem construir o "memorial do Convento".
E muitas histórias mais que fazem a história deste lugar da "zona saloia" de Lisboa.
Agora, nos campos que a alimentaram nascem vivendas de luxo, ao ritmo com que as águas das chuvas descem o Cabeço de Montachique num inverno tão chuvoso como este.

estamos demasiado ocupados para escutar
somos demasiado barulhentos para ouvir o que quer que seja,
senão a nossa insensatez.
Pedro Paixão
.

_____________________________
Agradeço os votos de bom ano que aqui tiveram a gentileza de me deixar.
Para todas vós um grande beijo__________de gratidão
.

28 de setembro de 2009


_______________________________
pontes sim. os afecto são feitos de pontes

numa tecelagem fina

ou na explosão de um olhar

L
.


______________e





_



_




________
_________________



afinal fico
a construir pontes.




...também a mim enganei
desculpem.

__________________________________________________

1 de setembro de 2009

O novo paradígma


«Para os observadores verdadeiramente atentos, os problemas que se põem à inteligência contemporânea já não são problemas de progresso. Há alguns anos que a noção de progresso deixou de existir. São problemas de mudança de estado, problemas de transmutação.»


in O Despertar dos Mágicos, pág.20
de Louis Pauwels e Jacques Bergier

6 de agosto de 2009

(abro a porta de mansinho)

________e o argumento

é o soberano fio que percorre o húmus ao doloroso parto. que em vez de corpo
é sombra e luz e semente.

Nem estático nem estéril,
antes doce
.

29 de junho de 2009

.

disse:

_________somos apenas e só prisioneiros do Sol




__________tudo o mais são equívocos
.
______________________________________________________

.

ou ainda ser o gesto universal determinadamente leve na antecâmara do silêncio.
clássica a tradição da palavra. que sendo signo mutável é pele e respiração e jogo semiótico.
.
ou ainda ser outra vez o outro que nos habita entre o destino e a inconsciência.
.
ou o gesto reflexivo que segura o vento nas pálpebras. a diferença entre ser e querer. ilha ou continente. ponto ou água. morte ou beijo. sinal de quem chega ao lugar da matéria e não se en.curva.

disse a POETA
IMF In PIANO em 03/07/09

26 de junho de 2009

___________Rastro do Tempo



«Seremos sempre cúmplices do silêncio
nada mais vagueia no
infinitamente grande espaço
só o chocalhar dos rebanhos
que também se chama solidão

Só o cantar longínquo
Das feras tão perto de nós
Fora das águas e dos abrigos
Apenas o rasto desaparecido
De tantas figuras humanas
Criaturas tão terrenas».
José A. Ribeiro

15 de março de 2009

13 de março de 2009

Cem nome






Não, o ramo não está seco, é apenas um ramo da Nogueira no inverno (a nogueira perde as folhas, fica nua), em dia de chuva.
É tudo muito vivo, por aqui.

3 de março de 2009

enquanto isso... vou fotografando








______e

na razia das palavras

escrevo a ideia. no dia
.

23 de fevereiro de 2009

D'aqui!









17 de fevereiro de 2009

6 de fevereiro de 2009

...Uivo à lua!



Olhar atento em voo solto
Olhar de afago. Olhar que despe. Olhar que sente.
Registo. História. Memória em lente...


Saber de sonhos. Saber de magoa
que sempre oferece o que não vemos...

Sentir de lua. Sentir de água.

Sinais ocultos que nós não lemos...


Estremece a árvore a dar-se ao vento
em riso, lágrima - talvez lamento...

as folhas dançam... breve a canção

branqueia o tempo ... faz-se emoção...


Poema dedicado por
simplesmenteeu blog sentido do voo
Obrigada.

23 de janeiro de 2009





8 de janeiro de 2009

6 de dezembro de 2008

17 de novembro de 2008

À SMA

Bela Vista 15NOV08


...acastela-mo-nos em muralhas de voos passados que não queremos deixar que deixe espaço.

atravessa a ponte ao som dos campanários,


________o bar da praia está aberto todo o ano
o portão outona-se fechado, branco transparente,
diz que há lá fora uma imensidão à nossa espera.
agora só nós e ela...enquanto o gato se preguiça ao sol.
____sem sexo nem teologia.


Excertos do olhar... para ti
beijo
do tamanho do mar

19 de outubro de 2008

20 de março de 2008